Nosso agradecimento ao Núcleo Experimental de Jornalismo - NEXJOR, da Universidade de Passo Fundo pela sua colaboração na produção de conteúdo para o www.rallybr.com.br e para o programa produzido durante a prova.
A dedicação e o comprometimento dos professores e alunos foi fundamental para nosso trabalho.
A todos vocês, o nosso agradecimento e o desejo de uma carreira brilhante aos futuros jornalistas, coordenados pelos professores Bibiana Friderichs, Fabio Rockenbach e Mateus Rodighero.
Maurício Neves/Kz Morales venceu a prova deste domingo. Ulysses Bertholdo/Marcelo Dalmut venceu entre os 4x4 Turbo com Juliano Sartori/Rafael Sartori em 2º. Luccas Arnone/Felipe Costa venceu na 4x2 Super. Fábio Dall'Agnol/Gabriel Morales terminou em segundo.
A cronometragem da prova ainda não liberou os resultados para publicação em nossa cobertura, enquanto ainda faz a conferência da apuração.
A cronometragem da prova encontrou um erro na planilha de cálculo dos tempos das especiais de domingo e está corrigindo. Após conferência de todos os dados, os mesmos serão disponibilzados para a publicação aqui na cobertura.
Ao final da última passagem nas especiais teremos a premiação aqui no Galpão do Apoio Mecânico no Parque da Efrica. A maioria das equipes querem conpensar o atraso para a primeira laragada de hoje e partir em viagem para suas cidades.
A dupla Luccas Arnone/Felipe Costa completou a SS8 com os dois pneus direitos furados, pois não foi possível trocar o pneu na especial. Chegou aqui no primeiro apoio mecânico praticamente nas rodas.
As duplas já estão percorrendo a 3ª especial deste domingo. Alguns já ficaram pelo caminho na primeira passagem e alguns estão continuando a prova com problemas. A segunda especial é particularmente mais traiçoeira, onde vários furaram seus pneus na primeirta passada.
Onboard capotagem Heitor Pavesi/Giovani Bordin na SS7
Maurício Neves/Kz Morales chegaram para o primeiro apoio mecânico do dia. Após o apoio as duplas seguem para a segunda das três passagens nos dois trechos.
Devido a forte neblina nas especiais as duplas reagruparam no apoio para aguardar condições de corrida. Daqui a 10 minutos a organização vai autorizar o deslocamento da primeira dupla Maurício Neves/Kz Morales para a largada na SS7, a primeira deste domingo.
O segundo dia do Rally do Planalto Médio 2012 será válido como a 4ª Prova do Brasileiro de Rally de Velocidade. Serão três passagens em cadas uma das duas especiais de hoje. A cada passagem as duplas retornam ao apoio mecânico.
O domingo amanheceu com o céu aberto, mas o frio está castigando os "turistas" de outras regiões do Brasil. No centro da cidade a temperatura estava em 1ºC, mas aqui no Apoio na "Efrica", mais afastado, com certeza está negativo. Os gramados estão brancos da geada.
Onboard capotagem Vanderlei Carminatti/Robson Giacomel na SS3
A maioria das duplas que completaram o 1º dia do Rally de Passo Fundo 2012 já estão no apoio. Os veículos dos três primeiros colocados de cada categoria estão sendo vistoriados e após a Vistoria Técnica Final de hoje, os carros que estão no Parque Fechado serão liberados para o apoio mecânico, pois amanhã é outra prova.
A largada da última especial do dia sovre um atraso devido a uma moradora da região ter passado mal. A ambulância entrou após a passagem da dupla Maurício Neves/Kz Morales. A organização então segurou a largada de Ulysses Bertholdo/Marcelo Dalmut.
No parque da Efrica, além do brasileiro também parte do Campeonato Gaúcho de Rallye de Velocidade
Depois de Severiano de Almeida e Erechim, agora é a vez de Passo Fundo. As provas que estão acontecendo hoje, não são apenas da competição nacional, mas também a terceira das seis etapas que compõem o campeonato no extremo sul do Brasile. O Campeonato Gaúcho (https://www.rallyvelocidaders.com.br/home) é aberto para todos os pilotos e navegadores que estiverem filiados à Confederação Brasileira de Automobilismo, CBA. Ela é a associação máxima federal de administração do desporto do automobilismo. Na versão sulina, o campeonato é disputado em diversas categorias:
Categoria Classe 2/XRC Categoria Classe 3/4x4 Turbo Categoria Super A – 4x2 Super Categoria Classe 9/4x2 Categoria R1
A largada foi ao meio dia. Pilotos de diversos cantos do país estão disputando a prova com carros de rua adaptados para este tipo de esporte. Marcelo Mendes, e Luiz Gustavo Borges Carlosso, por exemplo, vieram só para esta competição. Vence o piloto que fizer o percurso no menor tempo.
Pilotos e navegadores levam amuletos em seus carros para dar sorte e proteção durante a competição.
Geralmente vistos em carros, chaveiros e carteiras, os amuletos da sorte também marcam presença no Rallye. Os pilotos e navegadores levam consigo o objeto que acreditam trazer sorte ou proteção. Neste caso, o mais importante é uma “garantia” de imunidade que o amuleto proporciona aos pilotos, devido aos grandes riscos que estão expostos. A equipe Topway, composta pelo piloto Gleisson Assis e o navegador Edgar Mersarotto, possui um acessório inusitado em cima do carro de competição: uma caveira. Eles contam que não tem um significado específico, mas serve como amuleto para dar sorte.
Alexandre Figueredo e Andrey Karpinski, piloto e navegador da equipe Injetare/Continental, costumam deixar um terço no carro.
Outros pilotos comentaram que possuem medalhinhas ou levam apenas o apoio e a segurança que é passada pela família.
Texto: Tatiane Santi Fotos: Isadora Sartor Núcleo Experimental de Jornalismo da Agecom – UPF
Os primeiros a completar a etapa 1 da competição foram a dupla formada pelo piloto Maurício Neves e pelo navegador Kaze Morales integrantes da equipe ProMachinna Rally, participantes do campeonato brasileiro. A dupla relata a dificuldade de se pilotar em um chão muito liso, resultado da chuva que caiu durante toda a sexta-feira. De acordo com Neves, o barro dificulta e acaba atrapalhando um pouco, tornando o chão bastante escorregadio.
Ouça as entrevistas feitas com alguns dos pilotos que completaram a primeira etapa da prova e confira o que eles acharam do percurso:
Texto e entrevistas: Ângela Prestes, Mariel Manzke e Vanessa Lazzaretti do Foto: João Vicente Mello da Cruz Núcleo Experimental de Jornalismo da AGECOM -UPF
Quem pensa que para competir no Rally é necessário apenas um carro bem equipado, está enganado. Para enfrentar as pistas, o piloto precisa encarar vários dias de treinamento, não só com os veículos, mas também cuidando do corpo e da saúde.
A primeira prova oficial de rally aconteceu em 1894, na França. A partir daí, muitos pilotos começaram a praticar o esporte como uma profissão. Mas não todos eles. Alguns competem nas provas apenas como hobby.
Profissionais ou não, os competidores precisam de preparação. Confira as entrevistas com alguns pilotos que participam do Rally Velocidade em Passo Fundo:
Quem brilha geralmente é o piloto, mas nas competições de rallye um personagem é fundamental: o navegador.
O trabalho, em um rallye, é em equipe – tanto fora como dentro do carro. Andrey Karpisnki, navegador da equipe argentina Intercontinental Moto Sport explica porque seu trabalho é indispensável para o piloto: ele trabalha lado a lado com o piloto facilitando o reconhecimento de todo o trecho por onde o carro irá passar. Para isso, todos os navegadores ganham um livro de bordo, no qual é feito um estudo e onde constam todas as informações julgadas importantes para o piloto.
A comunicação é contínua, antes e durante a prova. “O piloto repassa o que ele quer ouvir na hora da prova: a graduação das curvas, dos saltos, toda a informação necessária durante a corrida ele passa para o navegador, ele anota no caderno e são essas as informações que ele usa ao logo da prova,” explica Andrey, justificando o famoso bordão de que os navegadores são os “olhos do piloto.” E Andrey completa: “O piloto, sem o navegador, não consegue ir para lugar nenhum.”
Texto: Camila Guedes e Clarissa Batistella Foto: Clarissa Batistella
Quem vive para o rally, vive sobre rodas. E não é apenas na pista, onde a velocidade e a regularidade são, sem dúvida, fundamentais, mas também na estrutura onde ficam instalados por dias ou até semanas. São ônibus completos: quartos, banheiro, cozinha e, claro, motor. Os chamados motorhome funcionam como casa para as equipes que se deslocam de estado para disputar a taça brasileira. Murilo Genguini, de Curitiba é o piloto do caminhão, e também, do fogão e conta que “a instalação é completa e capacita seis pessoas confortavelmente”.
Além de dispor do conforto necessário para a equipe, o caminhão é uma oficina ambulante que oferece o espaço ideal para a manutenção dos carros.
Texto: Clarissa Battistella e Camila Guedes Fotos: Clarissa Battistella
Para que a competição seja justa, os carros de todos os competidores passam por vistorias técnicas. Ela acontece um dia antes da largada. Há um regulamento técnico que deve ser seguido. Nele consta o que pode e o que não pode ser modificado no carro. Se o carro estiver apto, é aprovado e sai com o lacre. Caso seja necessária alguma modificação posterior à vistoria, é preciso comunicar a Confederação Brasileira de Automobilismo.
Também é neste momento anterior a prova em si que partes específicas do carro são lacradas e devem permanecer assim até o final da competição. Além disso, os equipamentos de segurança que serão utilizados pelos pilotos e navegadores também devem estar no carro. Ao término da prova há outra etapa, na qual os três primeiros colocados participam de uma nova vistoria. Escolhe-se um item, verifica-se se está de acordo com o regulamento e se o carro não sofreu alteração durante a prova.
Mauricio Ventura, comissário técnico da Confederação Brasileira de Automobilismo, explica que “esse controle é fundamental para equalizar as equipes e para que a competição seja justa. Se alguém tentar burlar, está fora”.
Texto: Tatiane Santi Fotos: João Mello da Cruz Núcleo Experimental de Jornalismo da Agecom – UPF.
A primeira dupla a largar pela ordem, Maurício Neves/Kz Morales (XRC) já está percorrendo a primeira especial das seis de hoje, a PD Feiras e Eventos 1 (a especial que foi encurtada).
O final da semana já anunciava a previsão de hoje: o dia não seria fácil e não contaria com a colaboração do tempo. A chuva que caia desde sexta pela manhã, deu lugar à umidade e ao frio intenso. Às 9h e 30m faziam 3°C e, agora, próximo ao meio dia a temperatura lentamente chega perto dos 7°C. Além do equipamento tradicional de um rallye, luvas, casacos e cachecóis são essenciais para enfrentar o sábado gelado que se apresenta.
A lama contrasta com o cinza que domina o cenário. A previsão é, além dos carros atolados, frio e vento: máxima de 12°C e mínima por volta dos 7°C. Para os compet
João Vicente Mello da Cruz e Sammara Garbelotto, Nexjor, Agecom UPF
Antes de pisar no acelerador, além dos carros estarem bem preparados, é importante que os pilotos também tenham alguns cuidados especiais.
Durante a corrida, dentro do carro, certos fatores podem atrapalhar o trabalho de quem dirige: cinto muito apertado, tensão muscular devido à força do impacto, vibração e até desidratação, quando a corrida é realizada em dias de muito calor.
Raffael Ferreira é quiropraxista – especialista em Quiropraxia Esportiva com ênfase em automobilismo -, e acompanha a equipe UB Rally. Cabe a ele trabalhar a ergonomia do piloto dentro do carro.
Raffael conta que além de trabalhar junto à equipe, também mantém seu consultório e atende seus pacientes. A profissão, que geralmente é confundida como “massagista”, vem ganhando espaço aos poucos. “No Brasil não é comum ter um quiropraxista, não só no automobilismo, mas em todos os esportes. Hoje, muitos pilotos já reconhecem o trabalho e a importância desse profissional estar presente.”
O piloto – que é a peça principal – nem sempre é lembrado. “Não adianta ter um bom carro, mas o piloto estar com muita dor, sofrendo. São detalhes que no final faz diferença”, diz Raffael.
No carro já vistoriado, estão as medidas que mostram os pontos mais afetados: 1) lombar 2) mão 3) cotovelo direito
Com as marcações feitas, o piloto se ajusta da melhor forma para, assim, evitar problemas que possam atrapalham uma boa prova e preservar a saúde do esportista.
O que é Quiropraxia?
Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), a Quiropraxia é uma profissão da saúde que lida com o diagnostico, tratamento e a prevenção das desordens do sistema neuro-músculo-esquelético e dos efeitos destas desordens na saúde em geral.
Texto: Tatiane Santi Fotos: João Mello da Cruz Núcleo Experimental de Jornalismo da Agecom – UPF.
Últimos preparativos com os carros antes da corrida
Momentos antes do início da competição, enquanto os pilotos fazem a volta de reconhecimento com um carro de passeio, os mecânicos cuidam dos últimos preparativos nos veículos oficiais da corrida.
Os carros chegam ao local da prova com sua estrutura completamente montada. Mesmo assim, alguns detalhes precisam ser ajustados. Os 42 milímetros de chuva em Passo Fundo no dia de ontem deixaram alguns trechos do circuito bastante escorregadios. Isso fez com que os pneus próprios para piso seco fossem trocados pelos de lama.
Ouça as entrevistas com mecânicos de duas equipes que estão participando da competição:
Texto e entrevistas: Ângela Prestes e Vanessa Lazzaretti Fotos: Clarrisa Batistella e Sammara Garbelotto Núcleo Experimental de Jornalismo da AGECOM-UPF
A poeira levanta, o motor ronca. O rastro do carro anuncia um rallye. A emoção, por aqui, não se dá em ultrapassagens ou em ser o primeiro a levar a bandeirada, mas é disputada – consigo - ponto a ponto. Os competidores não duelam entre si, mas com o relógio e com seus limites.
O esforço de piloto e navegador é para vencer, também, a própria máquina e os obstáculos da pista. Importa o tempo e o trajeto: perfeição com velocidade. A combinação pode ser executada em três diferentes modalidades: Rallye de regularidade, de velocidade ou Cross Country.
Rallye de Regularidade
Como o nome diz, o objetivo é completar o roteiro da prova mantendo a regularidade – médias de horários - exigida pela organização do evento. A avaliação acontece através dos PC’s (postos de cronometragem) que, localizados ao longo do trajeto percorrido, medem o rendimento do piloto e navegador. Nessa modalidade um centésimo de minuto pode mudar o resultado final da competição: são descontados pontos por atrasos ou adiantamentos do horário previsto na regulamentação. O tempo bem utilizado, computando o menor número de pontos perdidos, rende uma boa posição. Uma curiosidade sobre o rallye de regularidade é que o mesmo acontece em estradas abertas ao trânsito normal e, então, competidores devem seguir as normas vigentes do código de trânsito.
Rallye de Velocidade
O Rallye Nacional de Passo Fundo encaixa-se nessa modalidade. Hoje, no Parque da Efrica, os competidores estão percorrendo as chamadas “SS” – special stages ou estágios especiais, em estradas fechadas e destinadas ao esporte. O rallye de velocidade tem por objetivo percorrer as “SS” no menor tempo possível – sem um tempo idealizado pela organização – e, por isso, exige um veículo preparado e estruturado especialmente para o trajeto, de acordo com normas de segurança (homologação da CBA e FIA). Vence o competidor que, no somatório de todas as “SS”, conquistar o menor tempo entre os demais.
Rallye Cross Country
O propósito desta modalidade é testar tanto a velocidade e a resistência dos pilotos quanto das próprias máquinas. Acontece a mistura das categorias acima: há trajetos especiais, cujo piloto deve percorrer em menos tempo e há o deslocamento entre um trajeto especial e outro, onde o que conta é a aproximação do tempo pré-determinado pela organização. Geralmente são provas de longa duração e, por isso, exigem mais do carro – veículos especiais 4x4 – e da equipe competidora.
Texto: Sammara Garbelotto Foto: João Vicente Mello da Cruz Núcleo Experimental de Jornalismo da AgecomUPF
A partir de agora estamos enviando vídeos em alta definição para a Cobertura ao Vivo do Rally de Passo Fundo 2012. Os primeiros três vídeos com os pilotos Luccas Arnone, Jean Pimentel e o navegador Kz Morales já estão no ar. Se preferir você pode se inscrever no nosso canal no Youtube: www.youtube.com/rallybrasileiro
O horário da largada atrasou em 30 minutos. Então 12h a primeira dupla parte do apoio em deslocamento para a largada da SS1. 12h25 a primeira dupla deve largar na especial.
A região mais danificada da primeira especial, dentro de uma fazenda, foi retirado da primeira especial. Com isso o trecho perdeu cerca de 10 Km. A organização optou por esta mudança para garantir o andamento da prova com o mínimo de segurança.
Hoje pela manhã as duplas reiniciam o levantamento das especiais e continua a vistoria técnica nos carros de competição. Meio-dia a primeira dupla parte do apoio mecânico para a largada na SS1.
O Núcleo de Jornalismo (NEXJOR), através da Agência de Comunicação (AGECOM) da Universidade de Passo Fundo é parceira da Cobertura ao Vivo do Campeonato Brasileiro de Rally. 12 alunos estarão conosco amanhã produzindo mídias para você ficar por dentro das últimas informações. Assista um vídeo produzido hoje pelos alunos da UPF com a Vistoria Técnicas dos carros de competição:
A expectativa da organização é que as especiais de amanhã estejam em plenas condições para a largada da 3ª etapa do Gaúcho e 3ª prova do Brasileiro. Após reunião de comissários foi decidido manter a programação do rally, exceto a primeira especial de domingo, que será percorrida até o Km 6,6.
Devido também à chuva, quase a totalidade das duplas optaram por não testar seus carros no shakedown (treino oficial, opcional). A única dupla que treinou foi Volnei Holas/Gilson Yoshimura, que relatou que o trecho do shakedown era o único praticável hoje. Por volta das 16h30 a mesma dupla tentou fazer o levantamento das especiais de sábado, mas já havia trechos completamente alagados.
A internet via rádio disponibilizada na Parque Efrica também não suportou as interpéries do tempo e nossa cobertura ficou offline até agora. Dentro de alguns instantes novas informações, vídeos e fotos serão publicadas.
Garoa bem fino agora. Após um forte vento que derrubou a temperatura, a chuva acalmou, para a alegria geral. Agora a expectativa é que os trechos fiquem em condições para a largada amanhã da 3ª etapa do Gaúcho e 3ª Prova do Brasileiro.
Os primeiros vídeos com os competidores direto de Passo Fundo foram publicados. Assista na lista ao lado direito os competidores relatando como foi o levantamento dos trechos de sábado.
Várias duplas atolaram durante o levantamento das duas especiais de sábado. A Largada Promocional já foi cancelada devido à chuva. Agora voltou a chover forte em Passo Fundo.
Até o momento 4 carros inscritos no Brasileiro foram vistoriados, pelo Gaúcho, três carros. A Vistoria Técnica prossegue até as 18h hoje, amanhã reabre as 7h30 até as 9h30.
O experiente piloto paranaense Rafael Tulio está de volta ao campeonato nacional. Ao lado de Gilvan Jablonski, navegador também muito experiente, o piloto volta em grande estilo, deixando outras duplas mais jovens, preocupadas. "Acho que hoje está muito barato fazer rally nos moldes do Campeonato Brasileiro. O competidor recebe os incentivos na compra do pneu, como o valor da inscrição, e ainda transporta o carro gratuitamente. Acho que neste sentido a CBA acertou em cheio", declarou Tulio "Pomerode".
Agora a tarde as duplas tentam fazer o reconhecimento dos trechos enxarcados. O que pode parecer um pesadelo para alguns competidores, outros não se importam com a chuva, os especialistas em rallys molhados.
Chuva ainda pode estragar mais atividades da sexta-feira
Além de castigar os trechos do rally, os eventos programados para hoje também podem ir por água abaixo, literalmente. Com chuva os competidores não irão fazer o shakedown (teste oficial com carros de competição), e a largada promocional programada para a noite na catedral, centro da cidade, também pode ser cancelado. Seco mesmo, só aqui dentro do parque de apoio coberto.
As poucas duplas que se atreveram a fazer o reconhecimento dos trechos de velocidade sofreram com a condição do piso, literalmente em puro barro. Algumas duplas já atolaram seu carro "mula" (carro de passeio utilizado nos reconhecimentos das especiais). A torcida é para a chuva parar, caso contrário, a configuração do rally vai sofrer muitas mudanças com cancelamentos de trechos.
Sete equipes de apoio já estão instaladas no Parque de Exposições Wolmar Salton (Efrica) em um galpão coberto, perfeito para a condição climática da cidade, que sofre fortes chuvas desde o final da tarde de ontem. Chove tanto que até as comunicações estão afetadas, inclusive nossa conexão de internet (via rádio) que está muito fraca.
O Rally do Planalto Médio, nome dado ao evento em Passo Fundo, começa sua programação na sexta-feira, dia 6, com as equipes chegando ao parque de apoio, instalado junto ao Parque Wolmar Salton – Efrica, margens da BR 285. Neste mesmo dia os competidores começam a fazer o reconhecimento das especiais, trechos em estradas de terra por onde passará a prova. No total, serão mais de 150 quilômetros de trechos cronometrados.
A largada para o primeiro dia de corrida, está marcada para às 11h de sábado. O segundo dia de prova tem largada prevista para às 7h30 de domingo, sempre em estradas secundárias que passam pelo interior dos municípios de Passo Fundo, Coxilha e Mato Castelhano.
Vale lembrar que o Campeonato Gaúcho terá sua prova nos tempos disputados apenas no sábado. O Brasileiro é que terá uma prova no sábado e outra no domingo.
Texto: Edson Castro
Sexta-feira – 6 de julho
9h – Abertura do reconhecimento das especiais (trechos cronometrados) 15h – Início do shakedown – treino final para as equipes 17h30 – Encerramento do reconhecimento das especiais
Sábado, dia 7 de julho
7h30 – Reabertura do reconhecimento das especiais 11h – Encerramento do reconhecimento das especiais 12h – Largada do rally
Domingo – dia 8 de julho
7h30 – Largada do segundo dia do rally 13h – Almoço de encerramento premiação